quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Curso de Comunicação interna como Ferramenta de Gestão.




Que tal instrumentalizar seus gestores para que eles se tornem verdadeiros líderes comunicadores? Neste curso apresento técnicas, cenários e cases capazes de promover a redução de conflitos e alinhar ação e discurso e tornar a gestão mais eficiente e humana nas relações de trabalho.

Quer saber mais? Deixe um comentário com seu e-mail ou mande uma mensagem para lgaulia@bol.com.br


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sábado, 19 de agosto de 2017

Comunicação Interna como Ferramenta de Gestão - Curso In-Company




Mais uma turma de comunicadores e profissionais de RH participaram do meu curso Comunicação Interna como Ferramenta de Gestão. Desta vez foi no TRE da Bahia, em Salvador com a presença do pessoal do MPE.

O curso foi contratado pela ABERJE e na sua programação trabalhamos questões vitais para apoiar gestores e a integração das equipes. Potencializar o diálogo e a comunicação face a face, alinhar veículos, mensagens e reduzir os estragos da "rádio corredor", hoje amplificada pelos grupos de whatsapp e pelas redes sociais através da humanização das relações no ambiente do trabalho, foram temas abordados.

O curso in-company é totalmente adaptável para a realidade de cada empresa, pública ou privada, e seu segmento de atuação. Dessa forma facilito a resolução de problemas e desafios específicos de cada organização. 

Neste curso eu trabalho as seguintes questões:
  • Diálogo como a base da comunicação;
  • Equilíbrio entre razão x emoção na busca por resultados;
  • Expectativas, promessas não cumpridas e os processos de feedback e feedforward;
  • O papel do RH como guardião do clima;
  • Influência da tecnologia e da inovação no ambiente de trabalho;
  • Alinhamento de veículos, discursos e atividades dentro da visão integrada da comunicação;
  • Engajamento de equipes x conflitos;
  • Pontos fortes da cultura organizacional;
  • Como reduzir a ação negativa da "rádio corredor" e a maledicência no local do trabalho;
  • O empregado como um multi stakeholder;
  • Controladores x influenciadores;
  • Humanização das relações dentro da organização.

Contrate agora este curso para a sua empresa! 

Ligue e saiba mais: ABERJE - (11) 5627 9090.
Envie um e-mail para: incompany@aberje.com.br

Ou fale diretamente comigo fazendo um comentário neste post ou mandando uma mensagem para: luizgaulia@gmail.com.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Sabe da última?




Como você classifica o time de trabalho? Você considera os empregados da sua empresa como clientes internos? Perguntas assim fazem parte de qualquer diagnóstico de comunicação interna. A cultura organizacional e seu jeito de ser impactam diretamente no clima, na produtividade e na energia das pessoas e o fato é que as empresas são formadas por departamentos que costumam trabalhar olhando para suas próprias metas e objetivos, sem se comunicarem direito uns com os outros. Verdadeiros silos, isolados uns dos outros na maioria das organizações públicas ou privadas.

Nessas lugares, os empregados podem ser esquecidos na hora dos lançamentos de novos produtos ou mesmo nas mudanças de estrutura. Eles ficam sabendo das “novidades” através de informações e notícias externas, nos sites de negócios ou pelas suas redes sociais. Um tremendo gol contra no moral da tropa, no entusiasmo das pessoas que se dedicam horas e horas para dar o melhor de si para a empresa na qual trabalham. Gestor que não percebe isso, não é líder, é chefe. E chefe é a aquele que diz uma coisa e faz outra: fala que respeita as pessoas, mas suas atitudes mostram o contrário, que ele não está nem aí para elas.

O que acontece num cenário desses? O disse me disse prolifera, contamina. A rádio corredor e sua fofoca corporativa ganham força e nós sabemos que a fofoca e a boataria ( #fakenews ?) nunca foram boas conselheiras para as equipes de trabalho.

Imagem: Freepix.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Mundo conectado.




Em tempos de um mundo conectado, com hiper propagação de opiniões, comentários, críticas, "curtidas" e uma infinidade de conteúdos criados por uma miríade de internautas, as mídias sociais ficam cada vez mais complexas em sua gestão.  Participar de tanta conversa on line deixa gestores preocupados com a exposição da empresa e a reputação de uma marca. Mas não tem jeito. O rei está definitivamente pelado e nessa transparência a proposta é ficar esbelto, sem ter esqueletos nos armários. Fica muito difícil construir consensos que não sejam baseados na verdade.

Se a credibilidade da marca nunca foi propriedade da empresa, pois sempre dependeu muito mais da percepção dos clientes e consumidores do que da propaganda, hoje, a complexidade dessa questão ganhou milhares de vozes. Ela se alastra mais e mais através das opiniões que duram efêmeros segundos, mas deixam rastros eternos, demandando muito mais trabalho para as empresas que desejam realmente ouvir seus públicos de interesse e influenciar conversas. Criando vínculos ao invés de simples transações comerciais.  

Nesse ambiente, vale lembrar Ted Birkhahn, CEO da Peppercomm, escreveu em 2014: "Não é mais o que uma marca quer falar, é o que o público está interessado em saber e ouvir, onde, como e quando ele está interessado ​​em consumi-la." Pois, então, mudaram as regras tradicionais da Comunicação e do Marketing. 

Mas qual é o problema? As marcas não querem conversar com seus clientes, eles não são "o foco"? Os consumidores não são a razão de ser da empresa? Então, qual a dificuldade? São várias. Uma delas, no meu ponto de vista, é que as disciplinas tradicionais dos comunicadores, como jornalismo, relações públicas e publicidade, ainda são ensinadas da mesma velha forma nas faculdades. Estão no passado industrial, nos tempos da mídia de massa, unidirecional. E um comunicador empresarial é muito mais do que um jornalista ou um RP. Ele tem que ser um especialista multidisciplinar, um profissional com visão sistêmica, grande capacidade de articulação e inteligência emocional. Nada fácil, não é mesmo? 

E pensar que ainda na década de 90 não tínhamos nem celulares. Encontrar amigos e falar com as pessoas era mais difícil e demorado. Mas hoje, sabemos de tudo, imediatamente. Será que dá para esconder alguma coisa?
#digital #comunicacaoempresarial #redessociais #comunicar #mercado #marketing #blogdogaulia

 


terça-feira, 1 de agosto de 2017

Marca, admiração e valor.



Como uma marca ganha valor? Através do cumprimento de suas promessas e seu propósito. E, claro, na busca permanente de toda a empresa pela excelência nos serviços, produtos, atendimento aos clientes, respeito e o cuidado com os empregados e entrega de resultados aos acionistas.

Como ela compartilha este valor com a sociedade? Uma marca torna-se admirável quando seus atributos como inovação, responsabilidade ambiental e social, apoio à cultura e ao esporte, por exemplo, são reconhecidamente chancelados por uma ampla rede de stakeholders.

Por isso, se a empresa vai além do pagamento de impostos e da geração de empregos, realizando investimentos e trazendo progresso ao país é a sua marca que vai refletir e representar sua cultura e modelo de gestão virtuoso. Manter essa dinâmica positiva no longo prazo é um desafio, e afeta diretamente a reputação empresarial.

Empresas centenárias, no Brasil e no mundo, são a prova de que esse é o caminho para navegar as ondas do mercado e vencer. Eu admiro algumas delas em seus diferentes setores de atuação.

E você?

(*) Imagem royalty free do site da Freepix.