terça-feira, 17 de outubro de 2017

Fake news.




As fake news, as notícias falsas, estão circulando e agora são o assunto do momento. Mas versões fantasiosas ou mentirosas dos fatos sempre existiram. Qualquer versão de um fato é uma versão pessoal de um acontecimento, fruto de uma percepção individual. Junte-se a ela uma vontade de mentir deliberadamente e mais o potencial da internet para espalhar a notícia pelo mundo e pronto. Eis aí um risco alto para denegrir reputações e para confundir corações e mentes. Me parece que a velha imprensa marrom ganhou agora um novo status e potencial dentro do mundo digital. Afinal, a tagarelice nas redes sociais cresce como uma torre de Babel, não é mesmo?

Nas empresas as fake news sempre existiram e sempre vão existir. A rádio corredor é fenômeno antigo, assim como a maledicência. Boatos e fofocas atrapalham o mundo dos negócios, mas tem uma solução conhecida! A comunicação interna eficiente, estruturada e confiável. Aquela que apoia a consolidação de uma cultura voltada para a produtividade, o mérito e a racionalidade ao invés de deixar correr solta a emoção, o mimimi e as versões paralelas sobre os rumos e as decisões da empresa.

Leia mais aqui.

#comunicacaointerna #estrategia #gestao #comunicar #fakenews #comunicacaocorporativa #blogdogaulia #aberje

sábado, 30 de setembro de 2017

Um chocolate de 170 anos.



Um chocolate que derrete na boca não parece mais nenhuma novidade, não é mesmo? Se bem que ainda tem muita marca difícil de engolir por aí...Mas vamos falar dos bons exemplos ou melhor de uma grande marca, a Lindt.


Há 170 anos, na Suíça, os chocolates eram duros de se mastigar e foi Rodolphe Lindt que decidiu criar uma receita de chocolate que derretesse na boca. Ele desenvolveu uma técnica superior a todos os concorrentes em características de aroma e derretimento. Sua ambição, espírito inovador e determinação criaram a fórmula bem-sucedida da marca que hoje é uma companhia global que reúne um portfólio variado de chocolates. Mas para mim, o desejo permanente é essa bolinha de chocolate deliciosa da foto. 

Ainda bem que uma ideia deliciosa como essa conseguiu se manter viva ao longo de todas estas décadas e se tornou um negócio feito por mais de 13 mil empregados em todo o mundo.


#brand #empreender #economia #talento #trabalho #grandesmarcas #marcas #reputacao

Saiba mais aqui.




sexta-feira, 29 de setembro de 2017

A receita do coronel.




A cadeia de restaurantes de frangos fritos mais popular do mundo começou sua história em 1930. Uma epopéia de puro empreendedorismo, garra, exemplo de iniciativa e de talento. Eu não conhecia a história da KFC - Kentucky Fried Chiken® nem a de seu fundador, um coronel chamado Harland Sanders. 

Adorei descobrir um pouco mais sobre esse visionário e trabalhador incansável que foi demitido várias vezes de diferentes empregos, foi vendedor de seguros, candidato político e até bombeiro ferroviário antes de descobrir sua receita original de ervas e especiarias que transformaram seus frangos fritos em um sucesso culinário absoluto. 

Aos 65 anos, já com o título honorário de coronel, concedido pelo governador do Kentucky e numa idade na qual muita gente competente já pensa em se aposentar ou querer parar de trabalhar, Harland Sanders se dedicou a expandir sua cadeia de restaurantes num modelo de franquias, por toda a América do Norte. Em menos de dez anos, EUA e Canadá já tinham 600 endereços com a marca do KFC! 

Em 1964, Sanders vendeu seu império que ganhou fôlego extra e cresceu ainda mais, se espalhando por 109 países do mundo. Hoje, a marca global KFC®, junto com a Pizza Hut® e a Taco Bell® fazem parte do portfólio da Yum!Brands.  Sanders morreu em 1980, aos 90 anos de idade. 


Em uma pesquisa de 2010, a geração Y também chamada geração do milênio não reconhecia o personagem, nem acreditava que ele tinha sido uma pessoa de verdade. Para dar vida novamente ao coronel, atores como Billy Zane e Rob Lowe passaram a representar Sanders e a compor a publicidade da marca.


Conheça mais sobre a Yum!
 
#brands #sucesso #empreendedorismo #trabalho  



terça-feira, 26 de setembro de 2017

O marketing de causa é a nova onda corporativa?




Ninguém pode ser contra salvar o mundo, não é mesmo? Quem seria contra um mundo melhor? O fato é que uma onda do bem contagiou empresas públicas e privadas na busca pela redenção de seus pecados e pela utopia de terem suas marcas blindadas contra a próxima crise. Esqueceram dos esqueletos no armário e ainda não conseguiram calcular se os resultados em vendas entraram no balanço, apesar das boas intenções de sua propaganda.

Tenho visto dezenas de marcas ingressarem numa causa do bem. Salvar a floresta, salvar o panda, acabar com a fome, salvar esta ou aquela ONG etc. Além da chamada responsabilidade social corporativa e da sustentabilidade, agora todos parecem buscar um propósito e querem ganhar defensores dentro da sua rede de stakeholders. A lógica é simples e muitas vezes incompatível com o negócio propriamente dito, mas virou tendência. Sim, eu sei que tem muita gente bem intencionada nas empresas, um pessoal super empolgado que quer defender uma bandeira. Que bacana, parabéns. Mas nem sempre o mundo dos negócios, das folhas de pagamento, dos balanços contábeis e das tentativas de criar um monopólio no mercado, através de favores políticos  vão realmente mudar alguma coisa de fato. A causa em questão, pode ser meramente uma cortina de fumaça num jogo de palavras politicamente corretas. É sempre bom lembrar que qualquer programa de responsabilidade social custa dinheiro e esse dinheiro é calculado sobre o preço dos produtos oferecidos e dos serviços praticados. Quem paga a conta são os clientes. Assim como quem paga as contas do governo e seus projetos sociais somos nós, os contribuintes. Não existe mágica.

A avalanche das marcas militantes cujas palavras embelezadas e escolhidas para seduzirem alguns grupos específicos de novos consumidores ou simpatizantes dessas causas precisam saber que slogans não adquirem valor concreto por magia. A virtude não se produz com marketing. A virtude não surge com discurso político, nem com ações de public relations.

Sou muito mais favorável a empresas e marcas que defendam seus mercados oferecendo serviços e produtos excelentes, inovadores aos seus consumidores e clientes, em primeiro lugar. Falta hoje cuidar do básico de um negócio sem fazer promessas que nunca serão cumpridas ou desviando do foco do negócio para abraçar causas incompatíveis com o DNA da marca ou com a cultura da empresa. Ou com o caráter da liderança! Mal comparando, um traficante de drogas também é capaz de dar dinheiro para custear um velório ou fazer um churrasco para a comunidade, mas isso não vai fazer dele um cara legal. Uma empresa que participa de esquemas de corrupção junto com políticos, seja ela vítima de extorsão ou não desses agentes públicos, não tem como compensar sua calhordice apoiando uma ONG em defesa do panda ou lutar pela distante Amazônia. Estou errado? 


Lembro que no auge da Ação da Cidadania, o sociólogo Betinho aceitou dinheiro do jogo do bicho para combater a fome. Os chefões do bicho fizeram uma bela caridade com dinheiro do jogo clandestino e de suas operações fora da lei, mas isso não fez deles exemplos de virtude. Betinho foi perdoado pelas suas boas ações e pelo conjunto de sua obra, mas o que era errado, continuou errado e não tinha justificativa. Correto? 

A Pepsi recentemente fez uma mega campanha publicitária defendendo a paz, a harmonia, a união das pessoas e o diálogo mas foi execrada nas redes sociais. A causa e as boas intenções da companhia e seus executivos de marketing bateu de frente com a coerência exigida por alguns grupos ativistas. Exagero ou não, foram julgados pela opinião pública e a empresa teve milhões em prejuízo. Era uma boa causa, uma boa intenção, alguém deve ter dito... Mas de boas intenções, o inferno está cheio, não é mesmo?

Enfim, quero falar aqui de coerência, mas também de hipocrisia, até de fanatismo por uma causa qualquer. Por mais justa que pareça. Em um mundo que quer buscar o bem, quer construir o paraíso ideal na terra, muita intolerância pode acabar surgindo nessa esteira. As empresas devem ficar atentas com a onda do mundo melhor e o marketing de causas, evitando envolver sua atividade nos redemoinhos da política panfletária, misturando seu negócio com bandeiras militantes que podem se revelar grandes farsas. A propaganda enganosa de políticos profissionais deve ser analisada com atenção. A próxima crise de imagem e de reputação pode estar sendo cultivada na defesa de uma causa sagrada. Cuidado! Coerência e prudência são recomendadas, sempre.

Imagem:Ano novo vetore desenhado por Iconicbestiary - Freepik.com


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Potencial.


Bom final de semana para todos!


Nunca desista. Acredite. Tente. Busque. Faça acontecer. Você é uma pessoa única e seu talento e seus potenciais estão esperando por você, em seu coração. Sua mente é a sua maior aliada nessa busca. Realize-se!

#potencial #talento #sucesso #criar #trabalho #mérito

 

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Mudanças no Conselho da ABERJE.



Após a saída de Paulo Marinho, ex-Banco Itaú, quem assume a presidência do Conselho da #ABERJE é a comunicadora Gislaine Rossetti, ex-BASF e atualmente responsável pelas áreas de relações instituticionais e sustentabilidade da Latam. Também pertencem ao Conselho da ABERJE os executivos: Paulo Pereira (Bayer); Cassia Cinque (VALE); Fábio Caldas (CPFL), Luciana Coen (SAP), Nelson Silveira (GM), Odete Duarte (Rhodia) e Fernando Egydio (Brookfield).

Na foto acima, em pé, da esquerda para a direita, outros membros do Conselho que compareceram à reunião que elegeu Gislaine Rossetti: Cláudio Viveiros (Wilson Sons); Eraldo Carneiro (Petrobras); Rosana Aguiar (Embraer); Paulo Nassar (ECA-USP / ABERJE); Gislaine Rossetti; André Senador (Volkswagen); Francisco Bulhões (CCR); Hélio Muniz (Avon). Sentados, da esquerda para a direita: Cristina Brito (BASF); Mário Laffitte (Samsung); Hamilton dos Santos (ABERJE), Marcela Porto (Suzano) e Marcelo Behar (Natura). 

A foto é de Mariana Pekin.

Visite o Blog Rádio Corredor.



segunda-feira, 18 de setembro de 2017

A obra-prima das bolsas.




Campo de Trigo com Ciprestes, de Van Gogh, Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, A Caçada ao Tigre, de Rubens, La Gimblette, de Fragonard, e Marte, Vênus e Cupido, do  Ticiano são algumas das obras de arte que fazem parte da nova coleção de bolsas da Louis Vuitton

As obras de arte agora valorizam ainda mais a marca mais luxuosa e valiosa do mundo. E pensar que tudo começou com um garoto suíço, de 16 anos, filho de marceneiro, que começou a fabricar...baús! A marca Louis Vuitton é do Grupo LVMH que possui em seu portfolio outros nomes como Donna Karan, Dior e Givenchy.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Como fazer um evento corporativo?




Qual o objetivo de um grande evento? 

Como parte do mix de marketing e tática de comunicação, um encontro entre times de trabalho, parceiros e colaboradores deve ser encarado sempre como um ritual coletivo. A hora de confraternizar e reunir as pessoas lado a lado. Aquele momento anual em que as pessoas são reconhecidas pelos seus méritos, as diretrizes e objetivos do ano que começa são esclarecidos e as lideranças têm um momento para reforçar sinergias, dar recados e apresentar as mudanças e os grandes projetos.O ideal é sempre agregar valor à marca, transferindo o bônus das vitórias para as pessoas presentes e assim reforçando o orgulho de pertencer. 

Todo grande evento corporativo também pode ter seu momento de treinamento, capacitação com palestrantes e parceiros realizando módulos de troca de conhecimento e apresentações que equipem as pessoas com conteúdo técnico mas também com estímulos emocionais. Se a razão nos faz traçar metas, é a emoção que nos dá a energia para agir. Um grande evento no qual pude ser o coordenador geral, foi o DM10 Premier 2017 de uma corretora de seguros do Rio de Janeiro. Realizado para 300 pessoas, de todo o Brasil, o Premier 2017 marcou em qualidade, detalhes e excelência sendo muito bem avaliado por todos os convidados. Empresas como Icatu, Zurich, Mapfre, Schroeders, Aiva Investments, Old Mutual e JP Morgan estiveram com seus executivos presentes. 





A preparação do novo evento começou praticamente quando o encontro de 2016 acabou, com uma análise do que deu certo e daquilo que precisava melhorar. Conferimos primeiramente a satisfação dos participantes e convidados diante de toda a estrutura, a programação e a organização oferecida, desde o transfer no aeroporto até o dia do check out. E se os custos tinham sido obedecidos conforme o orçamento e nossos objetivos tinham sido alcançados. A comunicação do encontro de 2017 começou dois meses antes, enviando para os convidados algumas peças teasers para estimular a curiosidade dos participantes e aos poucos conforme o tempo avançava, o nome dos palestrantes e a programação. Logo em seguida, o convite oficial. 

Tudo isso hoje em dia pode ser feito via robot pelo whatsapp e de forma personalizada (mas claro que um bom RSVP por telefone também é recomendado). Importante não perder a noção de que se um encontro é presencial, toda comunicação deve transmitir este lado mais humanizado e mais hospitaleiro, diferente daquelas grandes reuniões de trabalho via Skype ou tipo bate e volta, no mesmo dia ficando um dia inteiro numa sala de reunião sem sequer ter empo para almoçar. 

O evento deve ser uma experiência memorável.


O check list deve considerar detalhes, conforme o formato do evento. Itens importantíssimos como:



  • Teremos convidados com diabetes? Qual a refeição preparada para eles?
  • Teremos a presença de grávidas? Quais os mimos para elas?
  • Alguém vai fazer aniversário no mesmo dia do evento?
  • Teremos as questões de saúde e segurança apontadas e lembradas em algum momento do encontro?
  • Como vai ser a questão de bebidas alcoólicas? A área de HES - Health, Environment & Safety estará acompanhando o encontro?
  • Teremos tradução simultânea para convidados estrangeiros?
  • E tradução para a linguagem de libras?
  • Podemos fazer um Facebook live?

E os jornalistas?

A imprensa também deve ser convidada, caso haja espaço para uma entrevista exclusiva e focada em um determinado tema. Um bom relacionamento com os veículos de mídia é vital, não só num determinada ocasião mas para reforçar laços de contato. Notícias boas todo gestor gosta de passar, mas é numa crise que uma empresa com credibilidade e portas abertas com os jornalistas pode dar sua versão dos fatos.




No caso do Premier 2017 fizemos o encontro de três dias no Portobello Resort. Afinal, os locais e hotéis escolhidos também comunicam e acrescentam emoções positivas para os convidados. Além de todo o receptivo nos aeroportos e transfer para os convidados, cuidamos também dos brindes de chegada nos quartos do hotel. Alguns mimos que fazem a diferença na hospitalidade e, apesar da agenda de trabalho intensa, conferem uma descontração saudável ao momento. A decoração e a sinalização de todo o local também vale ser planejada para que ninguém fique perdido entre uma atividade e outra. Detalhes com mensagens encantadoras também precisam ser inseridos no contexto. Tudo é espaço de mídia, todo ponto de contato pode comunicar.




Todas as peças de comunicação, brindes e papelaria devem estar produzidos e trazer um único conceito capaz de embalar o evento e, de preferência, costurar a comunicação institucional ao longo do ano dentro do mesmo tema. Afinal, até o ano seguinte, as pessoas devem ter em sua memória que o evento em si não foi apenas uma grande festa, mas o início de uma jornada renovada de trabalho e superação. No Premier 2017, por exemplo, fizemos além das grandes palestras de abertura, um talk show com presidentes de empresas cujo ponto alto foi a narrativa sobre cenários da economia no mundo e no Brasil. Um grande jantar, seguido de uma boa festa, encantaram os sentidos e ao mesmo tempo que celebraram conquistas, passaram o recado de que o conjunto da empresa ganha mais quando se trabalha de forma integrada tendo os clientes em primeiro lugar.






O evento Premier 2018 já está sendo planejado e produzido, as negociações com fornecedores já começaram e, orçamentos definidos, estamos colocando as bases para 2018 ser um ano ainda melhor. Alguns teasers serão disparados a partir de novembro e a lista final de participantes deve estar pronta pelos menos um mês antes (lembrando que sempre pode "caber mais um" mas que os orçamentos devem ser seguidos com rigor).

Entusiasmo é o que não falta, aos menos para quem respira 24 horas o universo da comunicação empresarial. 





quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Curso de Comunicação interna como Ferramenta de Gestão.




Que tal instrumentalizar seus gestores para que eles se tornem verdadeiros líderes comunicadores? Neste curso apresento técnicas, cenários e cases capazes de promover a redução de conflitos e alinhar ação e discurso e tornar a gestão mais eficiente e humana nas relações de trabalho.

Quer saber mais? Deixe um comentário com seu e-mail ou mande uma mensagem para lgaulia@bol.com.br


#Gestao #Comunicar #ComunicacaoInterna #Comunicacaofaceaface #LideresComunicadores #RH #Gente

 

sábado, 19 de agosto de 2017

Comunicação Interna como Ferramenta de Gestão - Curso In-Company




Mais uma turma de comunicadores e profissionais de RH participaram do meu curso Comunicação Interna como Ferramenta de Gestão. Desta vez foi no TRE da Bahia, em Salvador com a presença do pessoal do MPE.

O curso foi contratado pela ABERJE e na sua programação trabalhamos questões vitais para apoiar gestores e a integração das equipes. Potencializar o diálogo e a comunicação face a face, alinhar veículos, mensagens e reduzir os estragos da "rádio corredor", hoje amplificada pelos grupos de whatsapp e pelas redes sociais através da humanização das relações no ambiente do trabalho, foram temas abordados.

O curso in-company é totalmente adaptável para a realidade de cada empresa, pública ou privada, e seu segmento de atuação. Dessa forma facilito a resolução de problemas e desafios específicos de cada organização. 

Neste curso eu trabalho as seguintes questões:
  • Diálogo como a base da comunicação;
  • Equilíbrio entre razão x emoção na busca por resultados;
  • Expectativas, promessas não cumpridas e os processos de feedback e feedforward;
  • O papel do RH como guardião do clima;
  • Influência da tecnologia e da inovação no ambiente de trabalho;
  • Alinhamento de veículos, discursos e atividades dentro da visão integrada da comunicação;
  • Engajamento de equipes x conflitos;
  • Pontos fortes da cultura organizacional;
  • Como reduzir a ação negativa da "rádio corredor" e a maledicência no local do trabalho;
  • O empregado como um multi stakeholder;
  • Controladores x influenciadores;
  • Humanização das relações dentro da organização.

Contrate agora este curso para a sua empresa! 

Ligue e saiba mais: ABERJE - (11) 5627 9090.
Envie um e-mail para: incompany@aberje.com.br

Ou fale diretamente comigo fazendo um comentário neste post ou mandando uma mensagem para: luizgaulia@gmail.com.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Sabe da última?




Como você classifica o time de trabalho? Você considera os empregados da sua empresa como clientes internos? Perguntas assim fazem parte de qualquer diagnóstico de comunicação interna. A cultura organizacional e seu jeito de ser impactam diretamente no clima, na produtividade e na energia das pessoas e o fato é que as empresas são formadas por departamentos que costumam trabalhar olhando para suas próprias metas e objetivos, sem se comunicarem direito uns com os outros. Verdadeiros silos, isolados uns dos outros na maioria das organizações públicas ou privadas.

Nessas lugares, os empregados podem ser esquecidos na hora dos lançamentos de novos produtos ou mesmo nas mudanças de estrutura. Eles ficam sabendo das “novidades” através de informações e notícias externas, nos sites de negócios ou pelas suas redes sociais. Um tremendo gol contra no moral da tropa, no entusiasmo das pessoas que se dedicam horas e horas para dar o melhor de si para a empresa na qual trabalham. Gestor que não percebe isso, não é líder, é chefe. E chefe é a aquele que diz uma coisa e faz outra: fala que respeita as pessoas, mas suas atitudes mostram o contrário, que ele não está nem aí para elas.

O que acontece num cenário desses? O disse me disse prolifera, contamina. A rádio corredor e sua fofoca corporativa ganham força e nós sabemos que a fofoca e a boataria ( #fakenews ?) nunca foram boas conselheiras para as equipes de trabalho.

Imagem: Freepix.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Mundo conectado.




Em tempos de um mundo conectado, com hiper propagação de opiniões, comentários, críticas, "curtidas" e uma infinidade de conteúdos criados por uma miríade de internautas, as mídias sociais ficam cada vez mais complexas em sua gestão.  Participar de tanta conversa on line deixa gestores preocupados com a exposição da empresa e a reputação de uma marca. Mas não tem jeito. O rei está definitivamente pelado e nessa transparência a proposta é ficar esbelto, sem ter esqueletos nos armários. Fica muito difícil construir consensos que não sejam baseados na verdade.

Se a credibilidade da marca nunca foi propriedade da empresa, pois sempre dependeu muito mais da percepção dos clientes e consumidores do que da propaganda, hoje, a complexidade dessa questão ganhou milhares de vozes. Ela se alastra mais e mais através das opiniões que duram efêmeros segundos, mas deixam rastros eternos, demandando muito mais trabalho para as empresas que desejam realmente ouvir seus públicos de interesse e influenciar conversas. Criando vínculos ao invés de simples transações comerciais.  

Nesse ambiente, vale lembrar Ted Birkhahn, CEO da Peppercomm, escreveu em 2014: "Não é mais o que uma marca quer falar, é o que o público está interessado em saber e ouvir, onde, como e quando ele está interessado ​​em consumi-la." Pois, então, mudaram as regras tradicionais da Comunicação e do Marketing. 

Mas qual é o problema? As marcas não querem conversar com seus clientes, eles não são "o foco"? Os consumidores não são a razão de ser da empresa? Então, qual a dificuldade? São várias. Uma delas, no meu ponto de vista, é que as disciplinas tradicionais dos comunicadores, como jornalismo, relações públicas e publicidade, ainda são ensinadas da mesma velha forma nas faculdades. Estão no passado industrial, nos tempos da mídia de massa, unidirecional. E um comunicador empresarial é muito mais do que um jornalista ou um RP. Ele tem que ser um especialista multidisciplinar, um profissional com visão sistêmica, grande capacidade de articulação e inteligência emocional. Nada fácil, não é mesmo? 

E pensar que ainda na década de 90 não tínhamos nem celulares. Encontrar amigos e falar com as pessoas era mais difícil e demorado. Mas hoje, sabemos de tudo, imediatamente. Será que dá para esconder alguma coisa?
#digital #comunicacaoempresarial #redessociais #comunicar #mercado #marketing #blogdogaulia

 


terça-feira, 1 de agosto de 2017

Marca, admiração e valor.



Como uma marca ganha valor? Através do cumprimento de suas promessas e seu propósito. E, claro, na busca permanente de toda a empresa pela excelência nos serviços, produtos, atendimento aos clientes, respeito e o cuidado com os empregados e entrega de resultados aos acionistas.

Como ela compartilha este valor com a sociedade? Uma marca torna-se admirável quando seus atributos como inovação, responsabilidade ambiental e social, apoio à cultura e ao esporte, por exemplo, são reconhecidamente chancelados por uma ampla rede de stakeholders.

Por isso, se a empresa vai além do pagamento de impostos e da geração de empregos, realizando investimentos e trazendo progresso ao país é a sua marca que vai refletir e representar sua cultura e modelo de gestão virtuoso. Manter essa dinâmica positiva no longo prazo é um desafio, e afeta diretamente a reputação empresarial.

Empresas centenárias, no Brasil e no mundo, são a prova de que esse é o caminho para navegar as ondas do mercado e vencer. Eu admiro algumas delas em seus diferentes setores de atuação.

E você?

(*) Imagem royalty free do site da Freepix.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Conversa sobre #sustentabilidade.


Conversei hoje numa mesa redonda na Rádio Roquete Pinto, no Rio de Janeiro, sobre economia circular e sustentabilidade. Participaram comigo a jornalista Sonia Araripe da Revista Plurale, a jornalista Sonia Apolinário e Mariana Maia da FIRJAN.


Quer escutar a entrevista completa? Acesse o link PAINEL da MANHÃ da Rádio Roquete Pinto.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Um tsunami digital?




Estamos vivendo um tempo de excessos. Excessos de informações, dados, mensagens e ruídos em nossas conversas diárias. Somos bombardeados por milhares de estímulos. Neste cenário de um mundo web hiperconectado vivemos um tempo de excessos nos grupos de conversa pelo Whatsapp, Telegram, Messenger, We Chat e seus similares. 

Nas empresas, a antiga rádio corredor virou uma espiral eletrônica de grupos e mais grupos reunidos para disparar, sem qualquer critério, todo tipo de mensagem.  Gestores bem intencionados montam grupos extras para falar com suas equipes, mantendo o envio de e-mails e os chats corporativos ampliando o mar de excessos. A falta de critérios produz uma quantidade de piadas, memes, textos, fotos e comentários entre tolices, futilidades e também assuntos sérios que tumultuam a agenda mental dos profissionais. 

O momento político no Brasil é outro fator de dispersão a cada nova denúncia, ação da Polícia Federal, delações, decisões do Congresso ou do STF. Os ânimos acirrados também afetam o emocional. Quem não tem foco e critério acaba vendo o seu tempo de trabalho perder horas valiosas numa dispersão perigosa e que produz cansaço mental e por tabela, baixa produtividade.

Num tempo de fake news surgidas a partir da possibilidade de que qualquer usuário possa criar e emitir conteúdos, gerar notícias e enviar a sua opinião (sobre todo tipo de assunto), este excesso que muitas vezes aparenta ser uma questão de transparência é na verdade um desequilíbrio quantitativo. Nesse tsunami digital precisamos  buscar oxigênio para manter o foco naquilo que interessa para o dia a dia do trabalho. Precisamos separar o joio do trigo e enxergar com mais clareza o conjunto disponível de informações e assim definir o que é relevante e urgente.  

O excesso nos cansa e nos tira do foco.

Nesse ambiente sobrecarregado, aquilo que é urgente e importante vai ficando misturado com aquilo que é postergável, fútil, inútil. Juntemos a esses grupos ainda o mar de e-mails e as horas para acompanhar as demais plataformas on line como Facebook, Twitter, Linkedin etc. e nosso dia ganha uma sobrecarga exaustiva de estímulos dos quais ninguém pode dar conta. Certamente, apenas os algoritmos e os robots.

Qual a solução?

As empresas podem e devem buscar soluções para essa nova realidade através da orientação aos seus empregados. Treinamentos e capacitações, palestras e diretrizes para o universo das redes sociais dever ser ensinada a fim de evitar déficits de atenção, garantir melhor administração do tempo e também diminuir a repercussão da rádio corredor agora uma rádio zap zap instantânea. 

Educar para o universo social é vital em tempos digitais. 

A magia dessas ferramentas e tecnologias iludem e encantam, mas devem ser percebidas também naquilo que podem atrapalhar o andamento das rotinas de trabalho. a inovação deve ser acompanhada de um maior entendimento dos cenários assim como a disrupção (outra palavra da moda) permanente causa um sentimento de inquietude e pode gerar ansiedade e stress nos times de trabalho. Uma novidade a cada minuto causa a sensação de que a estabilidade nunca mais será alcançada. 

Vamos manter os pés no chão e orientar os empregados e os gestores para buscarem critérios na seleção do que realmente importa para o dia a dia do trabalho. Esta é uma contribuição valiosa que a área de comunicação corporativa pode dar para a empresa.

domingo, 18 de junho de 2017

O melhor aplicativo de comunicação interna já existe!


Tenho uma grande notícia para a comunicação organizacional. O melhor aplicativo de comunicação interna já existe, é 100% grátis, verdadeiramente revolucionário e muito eficiente. A informação alvissareira não é de fato uma novidade, diga-se de passagem. Mesmo diante da alta tecnologia embutida e disponibilizada de forma viral e personalizada em todas as empresas, essa boa nova é...velha.

O melhor app de comunicação interna inventado já vem instalado em todos os executivos e  profissionais. Sua valiosa função se refere a nossa capacidade de ouvir. Isso mesmo! Ouvir o outro é um avanço tecnológico que até hoje não foi ultrapassado. Eu aposto que nunca será.

Ouvir o outro é bem diferente de escutar o outro, ok? A escuta pode ser mero jogo de cena, parar apressado diante de um interlocutor e enquanto ele fala, pensar em mil coisas diferentes. Nossa comunicação face a face é geralmente automatizada, com nossos pensamentos longe da conversa em curso. Ouvir é um "aplicativo" maior, muito mais avançado pois se refere ao significado das palavras. Ele se relaciona ao corpo, ao emocional, ao estar aberto para entender o ponto de vista do outro sem ficar com a mente envolta em conclusões precipitadas ou decisões já tomadas nos primeiros instantes da conversa.

Ouvir é outro papo, muito diferente do escuta formal e cheia de preconceitos. Ouvir se remete a uma tentativa real de integrar, colaborar, perceber com atenção e foco as ideias, as propostas, os motivos  e desejos ao longo do diálogo. Ouvir é estar presente na conversa. Perceber o outro por inteiro e não de forma fragmentada. Escutar é receber informação, é escutar uma ordem. Ouvir é mergulhar no contato para emergir dele de uma forma melhor, mais completa e que multiplicou potencialidades. Ouvir tem mais a ver com o afeto. 

Não são todos os ambientes de trabalho e modelos organizacionais que nos permitem atingir um patamar de excelência do ouvir. A maioria das empresas, públicas e privadas, vive num redemoinho de ruídos, interferências provocadas pelos excessos de estímulos. Vive refém de uma montanha de dados, informações e retóricas pouco relevantes ou distantes da realidade das pessoas. Repetitiva em seus jargões, seus feedbacks by the book e pilotos automáticos ligados durante as reuniões. Presos nas burocracias ou cegamente obedientes a alguma causa ou propósito pelo qual pode existir algum envolvimento, mas não há comprometimento. O ouvir, pelo contrário, está conectado ao sentido e ao vínculo.

Todas as lideranças são capazes de escutar para depois  "emitir" mensagens, distribuir comandos. Muitas ainda precisam ouvir melhor para influenciar comportamentos e culturas. Bons ouvintes ainda estão em falta no mercado. E sinto dizer, inclusive entre nós comunicadores, muitas vezes perdidos com o lançamento do mais novo e milagroso dispositivo eletrônico, mas que não substitui um bom par de orelhas.

Sugiro rever o manual de instruções deste que é o melhor aplicativo de comunicação interna existente e começarmos a usufruir de seus benefícios já na próxima reunião de trabalho. Ahn! Lembro que em casa ele também serve e é verdadeiramente inovador. 

Faça um teste hoje mesmo.

sábado, 17 de junho de 2017

Os números da indústria da saúde.

Para chegar a té uma pratelira de uma farmácia alguns medicamentos fazem um longo caminho desde a pesquisa, testagem até o lançamento.  A  #Pfizer divulgou de forma simples pelo #Linkedin os números e a história por trás de um medicamento. #valorcompartilhado #saude


Veja mais, acesse Pfizer Brasil.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Michelin e o novo conceito em pneus.


O céu é o limite para a tecnologia e a evolução humana. A #Michelin acaba de lançar seu novo pneu conceitual, um projeto para um futuro no qual a sustentabilidade faz parte do mundo dos negócios de forma natural e inteligente.


Publicidade ou poesia?



Novo filme da #Lacoste, uma obra prima de sensibilidade e beleza.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

A saúde dos empregados e a sustentabilidade organizacional.




Sustentabilidade é uma palavra que tem sido utilizada em excesso pelo mundo corporativo. Muitas vezes com diferentes significados. Eu costumo explicar a sustentabilidade de forma prática e simples para alguns clientes e também para meus alunos. No meu entender, sustentabilidade tem a ver com o "cuidar". Saber e querer cuidar seria a definição mais fácil e prática para essa tal sustentabilidade.

A partir desse entendimento fica fácil perceber o título acima como um verdadeiro convite para o saber e o querer cuidar da saúde dos empregados, como um dos pilares fundamentais da busca pela sustentabilidade dentro de uma empresa. Se o plano de saúde é um dos benefícios mais valorizados pelos colaboradores a sua correta gestão impactam diretamente no clima de trabalho, na motivação e no engajamento das pessoas. Em momentos de retomada de investimentos na economia brasileira, os custos desses planos devem ser administrados de forma a prevenir gastos e evitar sustos na renovação anual de contratos com as operadoras.

O cuidar da saúde organizacional também passa efetivamente por campanhas de comunicação interna permanente que orientem e eduquem colaboradores no sentido de evitarem riscos desnecessários para a saúde individual. A empresa enquanto uma organização viva é reflexo direto das pessoas que nela trabalham, interagem e convivem durante várias horas por dia, todos os dias de trabalho. Um olhar atento e uma atitude cuidadosa sobre as pessoas que fazem a missão da empresa acontecer é um diferencial para qualquer marca que queira conquistar admiração e prestígio no mercado. Maior atração e retenção de talentos é uma consequência direta dessa ação.

Como você  leitor (a) pode perceber, a sustentabilidade não está tão distante assim do dia a dia organizacional. Grandes causas sociais e ambientais são importantes e geram um sentimento positivo de realização. Contudo, pessoas felizes e saudáveis trabalhando com ânimo e conscientes de que a liderança tem um compromisso com a saúde da organização e de cada colaborador sentem admiração pela marca e com certeza, muito orgulho de pertencer ao time. O resultado sempre se reflete na produtividade e na parte financeira, outro pilar básico da busca pela sustentabilidade. Pense nisso.

#sustentabilidade #gaulia #comunicacaocorporativa #saude #empresaviva #saudeempresarial   #cuidar #sabercuidar #querercuidar #care 


Visite: www.talkthewalk.com.br

sábado, 27 de maio de 2017

A comunicação interna como ferramenta de gestão.


As facilidades da tecnologia invadiram os espaços empresariais de forma definitiva. Empresas de diferentes segmentos têm utilizado canais eletrônicos e as  redes sociais para divulgar informações, enviar dados e estimular as conversas de forma produtiva entre seus colaboradores, parceiros, fornecedores, bem como clientes, prospects e admiradores. Se as lideranças não abrem mão de criar grupos no WhatssApp para ficarem em contato com suas equipes (mesmo sabendo que esta plataforma não é recomendável para uma comunicação interna preocupada com a segurança de dados, confidencialidade e demais controles de acesso e leitura) as redes internas como Yammer, FB Workplace e Fluig, entre outras,  estão proliferando, independentemente do tamanho da organização.


A comunicação interna amplia suas fronteiras e ganha reforço com plataformas mais amigáveis e de custos de implantação em queda livre. A cada dia surgem novos aplicativos e novas soluções para viabilizar de maneira rápida os processos de trabalho e de diálogo entre os profissionais. O stress do imediatismo e do excesso de informações e estímulos surge como sub-produto dessa revolução digital mas a velocidade não respeita barreiras, pelo contrário, avança. A comunicação como ferramenta de gestão torna-se, no meu entender, cada vez mais comandada pelos algoritmos e muito em breve por robôs.

#comunicacaointerna #comunicacaocomempregados #yammer #redessociais #engajamento #endomarketing #comunicacao #RH #gente #colaboradores #gestores