sábado, 11 de novembro de 2017

Viva 100 verões em 1.



A Itaipava quer sera dona do verão e sua nova campanha já está no ar com uma boa dose de irreverência e de diversidade (aqui seguindo uma tendência de outras cervejarias mundiais). 

A campanha criada pela agência de publicidade Y&R convida o espectador para viver o momento do agora, de forma intensa mesmo que a estação do sol comece pra valer somente em dezembro. A garota propaganda da marca é a Aline Riscado com sua charmosa personagem Verão. O grupo Petrópolis tem na Itaipava uma aposta de mercado que se posiciona como a cerveja 100%. Cem por cento cerveja e cem por cento verão, numa mistura de gelado x quente cuja experiência promete ser surpreendente aos  consumidores. 


#Marketing #Propaganda #Publicidade #Comunicação #Verão

sábado, 4 de novembro de 2017

Comunicação com os empregados? Veja essa dicas básicas.



Algumas questões não mudam quando falamos de comunicação interna com os empregados. Confira estas minhas dicas e comente se quiser. 

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Curso de Comunicação Interna em São Paulo. Inscreva-se!





Meu novo curso de Comunicação Interna acontece nos dias 13 e 14 de novembro, em São Paulo (SP). As aulas serão das 19h às 23h e fazem parte do Programa Avançado em Comunicação Corporativa da ABERJE

Ligue e saiba mais pelo telefone:(11) 5627-9090.

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domingo, 29 de outubro de 2017

Boa gestão é sinônimo de boa comunicação.




A capacidade e a habilidade de conversar é a premissa para uma boa gestão de pessoas e de equipes. A constatação não é nenhuma novidade, mas essa não é uma habilidade plenamente desenvolvida nas organizações. Cada negócio ou instituição possui uma cultura, um jeito de conversar. Muitas vezes o jeito da conversa é o de poucas palavras, de incoerências, de roteiros ensaiados ou "cartas marcadas". Diálogos que não viabilizam a cooperação, mas apenas um sarcasmo ou um hipocrisia prejudicial ao potencial humano no local do trabalho conduzido por gestores imaturos ou amedrontados. Chefias arrogantes geram ambientes tóxicos e...medo. 

O medo dificulta o diálogo. Muitas vezes os próprios líderes não sabem o que sentem, não tem um canal aberto para compreenderem a si próprios e seus pressupostos diante de outras pessoas. Sem comunicação intrapessoal não há abertura para a comunicação interpessoal.

As lutas por poder ampliam essa barreira e criam mais obstáculos contra o diálogo produtivo. Os programas de feedback tendem a ser robotizados, com perguntas que esperam respostas padrão. A empresa torna-se um crematório de valores e talentos desperdiçados. A boa comunicação interna gera empatia, confiança e ambas se transformam em engajamento e motivação para vencer desafios e conquistar metas. 

É nisso que eu acredito e vivenciei ao longo desses anos em diferentes contextos. Boa gestão é sinônimo de boa comunicação.

#comunicacaointerna #aberje #comunicar #comunicacaocorporativa #gestao


segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Os novos renascentistas.




A chamada Renascença ou Renascimento foi marcado por mudanças culturais e artísticas na Europa e divide o que muitos historiadores consideram o período medieval, a chamada idade das trevas, da idade da luz. Em 2008, escrevi um artigo sobre o perfil dos comunicadores empresarias na revista da ABERJE e falei sobre a multidisciplinaridade técnica dos profissionais, assim como o seu necessário humanismo (e aqui pontuo que o humanismo não significa passar a mão na cabeça de ninguém, mas respeitar as pessoas dentro de seus limites e honrando sempre os méritos individuais). Quase dez anos depois encontrei o artigo e o achei bastante atual, em um tempo que exige uma grande habilidade para o diálogo e uma abordagem inteligente sobre o tema da diversidade que percorre hoje a sociedade brasileira e no meu entender, todas as sociedades abertas do Ocidente.

Continuo a perceber o comunicador empresarial dominando não apenas as ferramentas técnicas de um jornalista, um publicitário, um RP mas indo além, conhecendo mais sobre psicologia, administração, antropologia e tecnologia. Um maior conhecimento de outras áreas também se faz necessário como economia, ecologia, sustentabilidade, história e política. Além desse leque a capacidade de conectar esses conhecimentos em prol das pessoas dentro da organização bem como para toda a rede de stakeholders, percebendo as influências mútuas dessas relações e sabendo como traduzir as linguagens do mundo dos negócios para o dia a dia, gerando significados e sentido, coerentes com os valores das empresas. Claro que coerência não é uma característica humana  fácil de ser encontrada, mas vamos lá, num texto tudo cabe, não é mesmo?

Acredito que de dentro das empresas, com suas demandas por competências, novas habilidades e uma influência cada vez maior nos rumos do país estejam surgindo esses renascentistas cuja maior qualidade é a capacidade de equilibrar mente, coração, corpo e também espiritualidade. Sem abrir mão da busca pelo mérito pessoal, entrega com excelência e resultados concretos, do fazer acontecer, do realizar!



terça-feira, 17 de outubro de 2017

Fake news.




As fake news, as notícias falsas, estão circulando e agora são o assunto do momento. Mas versões fantasiosas ou mentirosas dos fatos sempre existiram. Qualquer versão de um fato é uma versão pessoal de um acontecimento, fruto de uma percepção individual. Junte-se a ela uma vontade de mentir deliberadamente e mais o potencial da internet para espalhar a notícia pelo mundo e pronto. Eis aí um risco alto para denegrir reputações e para confundir corações e mentes. Me parece que a velha imprensa marrom ganhou agora um novo status e potencial dentro do mundo digital. Afinal, a tagarelice nas redes sociais cresce como uma torre de Babel, não é mesmo?

Nas empresas as fake news sempre existiram e sempre vão existir. A rádio corredor é fenômeno antigo, assim como a maledicência. Boatos e fofocas atrapalham o mundo dos negócios, mas tem uma solução conhecida! A comunicação interna eficiente, estruturada e confiável. Aquela que apoia a consolidação de uma cultura voltada para a produtividade, o mérito e a racionalidade ao invés de deixar correr solta a emoção, o mimimi e as versões paralelas sobre os rumos e as decisões da empresa.

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