terça-feira, 17 de outubro de 2017

Fake news.




As fake news, as notícias falsas, estão circulando e agora são o assunto do momento. Mas versões fantasiosas ou mentirosas dos fatos sempre existiram. Qualquer versão de um fato é uma versão pessoal de um acontecimento, fruto de uma percepção individual. Junte-se a ela uma vontade de mentir deliberadamente e mais o potencial da internet para espalhar a notícia pelo mundo e pronto. Eis aí um risco alto para denegrir reputações e para confundir corações e mentes. Me parece que a velha imprensa marrom ganhou agora um novo status e potencial dentro do mundo digital. Afinal, a tagarelice nas redes sociais cresce como uma torre de Babel, não é mesmo?

Nas empresas as fake news sempre existiram e sempre vão existir. A rádio corredor é fenômeno antigo, assim como a maledicência. Boatos e fofocas atrapalham o mundo dos negócios, mas tem uma solução conhecida! A comunicação interna eficiente, estruturada e confiável. Aquela que apoia a consolidação de uma cultura voltada para a produtividade, o mérito e a racionalidade ao invés de deixar correr solta a emoção, o mimimi e as versões paralelas sobre os rumos e as decisões da empresa.

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sábado, 30 de setembro de 2017

Um chocolate de 170 anos.



Um chocolate que derrete na boca não parece mais nenhuma novidade, não é mesmo? Se bem que ainda tem muita marca difícil de engolir por aí...Mas vamos falar dos bons exemplos ou melhor de uma grande marca, a Lindt.


Há 170 anos, na Suíça, os chocolates eram duros de se mastigar e foi Rodolphe Lindt que decidiu criar uma receita de chocolate que derretesse na boca. Ele desenvolveu uma técnica superior a todos os concorrentes em características de aroma e derretimento. Sua ambição, espírito inovador e determinação criaram a fórmula bem-sucedida da marca que hoje é uma companhia global que reúne um portfólio variado de chocolates. Mas para mim, o desejo permanente é essa bolinha de chocolate deliciosa da foto. 

Ainda bem que uma ideia deliciosa como essa conseguiu se manter viva ao longo de todas estas décadas e se tornou um negócio feito por mais de 13 mil empregados em todo o mundo.


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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

A receita do coronel.




A cadeia de restaurantes de frangos fritos mais popular do mundo começou sua história em 1930. Uma epopéia de puro empreendedorismo, garra, exemplo de iniciativa e de talento. Eu não conhecia a história da KFC - Kentucky Fried Chiken® nem a de seu fundador, um coronel chamado Harland Sanders. 

Adorei descobrir um pouco mais sobre esse visionário e trabalhador incansável que foi demitido várias vezes de diferentes empregos, foi vendedor de seguros, candidato político e até bombeiro ferroviário antes de descobrir sua receita original de ervas e especiarias que transformaram seus frangos fritos em um sucesso culinário absoluto. 

Aos 65 anos, já com o título honorário de coronel, concedido pelo governador do Kentucky e numa idade na qual muita gente competente já pensa em se aposentar ou querer parar de trabalhar, Harland Sanders se dedicou a expandir sua cadeia de restaurantes num modelo de franquias, por toda a América do Norte. Em menos de dez anos, EUA e Canadá já tinham 600 endereços com a marca do KFC! 

Em 1964, Sanders vendeu seu império que ganhou fôlego extra e cresceu ainda mais, se espalhando por 109 países do mundo. Hoje, a marca global KFC®, junto com a Pizza Hut® e a Taco Bell® fazem parte do portfólio da Yum!Brands.  Sanders morreu em 1980, aos 90 anos de idade. 


Em uma pesquisa de 2010, a geração Y também chamada geração do milênio não reconhecia o personagem, nem acreditava que ele tinha sido uma pessoa de verdade. Para dar vida novamente ao coronel, atores como Billy Zane e Rob Lowe passaram a representar Sanders e a compor a publicidade da marca.


Conheça mais sobre a Yum!
 
#brands #sucesso #empreendedorismo #trabalho  



terça-feira, 26 de setembro de 2017

O marketing de causa é a nova onda corporativa?




Ninguém pode ser contra salvar o mundo, não é mesmo? Quem seria contra um mundo melhor? O fato é que uma onda do bem contagiou empresas públicas e privadas na busca pela redenção de seus pecados e pela utopia de terem suas marcas blindadas contra a próxima crise. Esqueceram dos esqueletos no armário e ainda não conseguiram calcular se os resultados em vendas entraram no balanço, apesar das boas intenções de sua propaganda.

Tenho visto dezenas de marcas ingressarem numa causa do bem. Salvar a floresta, salvar o panda, acabar com a fome, salvar esta ou aquela ONG etc. Além da chamada responsabilidade social corporativa e da sustentabilidade, agora todos parecem buscar um propósito e querem ganhar defensores dentro da sua rede de stakeholders. A lógica é simples e muitas vezes incompatível com o negócio propriamente dito, mas virou tendência. Sim, eu sei que tem muita gente bem intencionada nas empresas, um pessoal super empolgado que quer defender uma bandeira. Que bacana, parabéns. Mas nem sempre o mundo dos negócios, das folhas de pagamento, dos balanços contábeis e das tentativas de criar um monopólio no mercado, através de favores políticos  vão realmente mudar alguma coisa de fato. A causa em questão, pode ser meramente uma cortina de fumaça num jogo de palavras politicamente corretas. É sempre bom lembrar que qualquer programa de responsabilidade social custa dinheiro e esse dinheiro é calculado sobre o preço dos produtos oferecidos e dos serviços praticados. Quem paga a conta são os clientes. Assim como quem paga as contas do governo e seus projetos sociais somos nós, os contribuintes. Não existe mágica.

A avalanche das marcas militantes cujas palavras embelezadas e escolhidas para seduzirem alguns grupos específicos de novos consumidores ou simpatizantes dessas causas precisam saber que slogans não adquirem valor concreto por magia. A virtude não se produz com marketing. A virtude não surge com discurso político, nem com ações de public relations.

Sou muito mais favorável a empresas e marcas que defendam seus mercados oferecendo serviços e produtos excelentes, inovadores aos seus consumidores e clientes, em primeiro lugar. Falta hoje cuidar do básico de um negócio sem fazer promessas que nunca serão cumpridas ou desviando do foco do negócio para abraçar causas incompatíveis com o DNA da marca ou com a cultura da empresa. Ou com o caráter da liderança! Mal comparando, um traficante de drogas também é capaz de dar dinheiro para custear um velório ou fazer um churrasco para a comunidade, mas isso não vai fazer dele um cara legal. Uma empresa que participa de esquemas de corrupção junto com políticos, seja ela vítima de extorsão ou não desses agentes públicos, não tem como compensar sua calhordice apoiando uma ONG em defesa do panda ou lutar pela distante Amazônia. Estou errado? 


Lembro que no auge da Ação da Cidadania, o sociólogo Betinho aceitou dinheiro do jogo do bicho para combater a fome. Os chefões do bicho fizeram uma bela caridade com dinheiro do jogo clandestino e de suas operações fora da lei, mas isso não fez deles exemplos de virtude. Betinho foi perdoado pelas suas boas ações e pelo conjunto de sua obra, mas o que era errado, continuou errado e não tinha justificativa. Correto? 

A Pepsi recentemente fez uma mega campanha publicitária defendendo a paz, a harmonia, a união das pessoas e o diálogo mas foi execrada nas redes sociais. A causa e as boas intenções da companhia e seus executivos de marketing bateu de frente com a coerência exigida por alguns grupos ativistas. Exagero ou não, foram julgados pela opinião pública e a empresa teve milhões em prejuízo. Era uma boa causa, uma boa intenção, alguém deve ter dito... Mas de boas intenções, o inferno está cheio, não é mesmo?

Enfim, quero falar aqui de coerência, mas também de hipocrisia, até de fanatismo por uma causa qualquer. Por mais justa que pareça. Em um mundo que quer buscar o bem, quer construir o paraíso ideal na terra, muita intolerância pode acabar surgindo nessa esteira. As empresas devem ficar atentas com a onda do mundo melhor e o marketing de causas, evitando envolver sua atividade nos redemoinhos da política panfletária, misturando seu negócio com bandeiras militantes que podem se revelar grandes farsas. A propaganda enganosa de políticos profissionais deve ser analisada com atenção. A próxima crise de imagem e de reputação pode estar sendo cultivada na defesa de uma causa sagrada. Cuidado! Coerência e prudência são recomendadas, sempre.

Imagem:Ano novo vetore desenhado por Iconicbestiary - Freepik.com


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Potencial.


Bom final de semana para todos!


Nunca desista. Acredite. Tente. Busque. Faça acontecer. Você é uma pessoa única e seu talento e seus potenciais estão esperando por você, em seu coração. Sua mente é a sua maior aliada nessa busca. Realize-se!

#potencial #talento #sucesso #criar #trabalho #mérito

 

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Mudanças no Conselho da ABERJE.



Após a saída de Paulo Marinho, ex-Banco Itaú, quem assume a presidência do Conselho da #ABERJE é a comunicadora Gislaine Rossetti, ex-BASF e atualmente responsável pelas áreas de relações instituticionais e sustentabilidade da Latam. Também pertencem ao Conselho da ABERJE os executivos: Paulo Pereira (Bayer); Cassia Cinque (VALE); Fábio Caldas (CPFL), Luciana Coen (SAP), Nelson Silveira (GM), Odete Duarte (Rhodia) e Fernando Egydio (Brookfield).

Na foto acima, em pé, da esquerda para a direita, outros membros do Conselho que compareceram à reunião que elegeu Gislaine Rossetti: Cláudio Viveiros (Wilson Sons); Eraldo Carneiro (Petrobras); Rosana Aguiar (Embraer); Paulo Nassar (ECA-USP / ABERJE); Gislaine Rossetti; André Senador (Volkswagen); Francisco Bulhões (CCR); Hélio Muniz (Avon). Sentados, da esquerda para a direita: Cristina Brito (BASF); Mário Laffitte (Samsung); Hamilton dos Santos (ABERJE), Marcela Porto (Suzano) e Marcelo Behar (Natura). 

A foto é de Mariana Pekin.

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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

A obra-prima das bolsas.




Campo de Trigo com Ciprestes, de Van Gogh, Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, A Caçada ao Tigre, de Rubens, La Gimblette, de Fragonard, e Marte, Vênus e Cupido, do  Ticiano são algumas das obras de arte que fazem parte da nova coleção de bolsas da Louis Vuitton

As obras de arte agora valorizam ainda mais a marca mais luxuosa e valiosa do mundo. E pensar que tudo começou com um garoto suíço, de 16 anos, filho de marceneiro, que começou a fabricar...baús! A marca Louis Vuitton é do Grupo LVMH que possui em seu portfolio outros nomes como Donna Karan, Dior e Givenchy.